ILSL – Grupo ‘Que bicho é esse na minha pele?’
O grupo "que bicho é esse na minha pele?" foi idealizado em 2020 por duas pesquisadoras do Instituto Lauro de Souza Lima (ILSL). A principal motivação do grupo é promover letramento cientifico para crianças e adolescentes usando abordagens interativas e lúdicas tendo a pele e suas interações fisiológicas e patológicas com o meio interno e externo como base. O grupo está vinculado ao programa de pós graduação em Doenças Tropicais da Faculdade de Medicina de Botucatu- UNESP e conta com pós-graduandos desse programa e alunos do curso de especialização em Assistência Dermatológica do ILSL. Dentre as atividades promovidas pelo grupo
UNESP/Botucatu – Grupo ‘Experimentando Genética’
O grupo "Experimentando Genética", vinculado à Rede Nacional Leopoldo de Meis de Educação e Ciência (RNEC) desde 2007, atua, de forma interdisciplinar, com educação científica de qualidade, formação de profissionais qualificados, consolidação da universidade como instituição de ensino, pesquisa e extensão e inserção social. Este tem como premissa principal trabalhar conteúdos curriculares de Genética do ensino médio, avanços da área de Biologia Molecular e o conceito e a aplicação do Método Científico, para que a sociedade tenha capacidade de compreender e utilizar conhecimentos científicos de forma crítica e reflexiva. Para tanto, alunos de pós-graduação (mestrandos e doutorandos) do Instituto de
UFPE – Museu de Ciências Exatas
O MUSEU DE CIÊNCIAS EXATAS nasce do desejo de aproximar o público, em particular o escolar, da realidade diária de produção científica e educacional do CCEN - Centro de Ciências Exatas e da Natureza da UFPE da Universidade Federal de Pernambuco. Nesta perspectiva, o MUSEU DE CIÊNCIAS EXATAS abre as portas do CCEN e seus laboratórios de pesquisa para a visitação de escolas e público em geral. A proposta do Museu de Ciências Exatas está baseada no conceito da musealização do laboratório. Assim, além das atrações com experimentos interativos e sessões do Planetário, os visitantes são recebidos por pesquisadores em
UFF/ RJ – Grupo ‘Ciências Sob Tendas’
A compreensão dos fenômenos físicos, químicos e biológicos não é uma tarefa simples, principalmente, caso a abordagem dos conteúdos seja realizada apenas através de uma exposição teórica formal. Assim, cabe às atividades de popularização científica o importante papel de informar e até mesmo educar cientificamente o cidadão através dos mais variados processos de comunicação científica. Portanto, o desenvolvimento e ampliação de atividades científicas lúdicas, interativas e criativas para o público leigo contribuirão para a inclusão científica, que pode ser fundamental para o despertar de vocações e para a compreensão de que a prática científica não está afastada do cotidiano. O







